Mesmo cansada por conta das 3 horas de preparação vocal (no final, fiz um exercício de respiração daqueles que mexem todo o corpo e relaxam) aceitei o convite. Quando a Clau me chamou para ir assistir ao tributo do Raulzito, eu concordei na hora, e fiz uma ressalva: "Olha eu não vou ficar até o fim, tá?"
Inútil. A força da poesia dessas letras é uma coisa que realmente mexe com a gente. Mergulhar no universo de mais um grande artista que o rock perdeu dentro do seu torvelinho, pode ser meio melancólico e triste, mas também resgata o que a sua obra tem de melhor, a capacidade de tocar. Isso por si só já é inestimável.
Raul vai fundo demais. Foi fundo em mim. Me fez bem fazendo mal.
Se um dia eu tiver um décimo desse poder transformador do Raul na minha arte, vou ser uma felizarda. Aproveito a oportunidade para recomendar o link para o You Tube de uma música, daquelas que devem ser escutadas sempre, mesmo sem motivo.
Beijos.
Rafa

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Rafa