Já no carro depois do ensaio, a Clau avisa que gostou do meu blog ("você ainda ta tímida"). Saímos. Posto. Abastecimento do carro e do estômago.
Nada tímidas estamos no Wonka. Chegamos! É a noite do Leminski. Raquel já está lá. E a bebida? Vinho! O sumo dos filósofos.
O recital corre no rumo da homenagem. Diversas histórias. Risos. Gosto de saudade. Muitos amigos do poeta lá. Cada um conta um pedaço, aquele que conhece. Um poema leva a outro e as poesias continuam. Atmosfera leve.
Chega o Fabi. Ele não adere ao vinho. Nessa altura, alguns poetas (novos) lêem suas criações. As poesias acabam. A noite continua. Em muitas rodas se fala de arte.
Está frio no limite da coragem Curitibana. Cai chuva. Aos poucos as pessoas partem. Tive uma boa impressão dessa leitura. Assim como tive no dia de Hilda Hilst.
Contudo, o que ficou na minha cabeça, muito tempo depois de ter saído do bar foi uma fala dita ao microfone. Um dos que declamaram (não lembro o nome) disse: “É tão fácil gostar de Leminski agora. Agora todo mundo gosta. Difícil era gostar de Leminski quando ele era vivo. Conviver com a genialidade dele e com a sensibilidade, antes de ser conhecido...”
Curitiba continua implacável, se querem saber a minha opinião. Ela não merece os escritores e artistas que tem.
Rafa
Nada tímidas estamos no Wonka. Chegamos! É a noite do Leminski. Raquel já está lá. E a bebida? Vinho! O sumo dos filósofos.
O recital corre no rumo da homenagem. Diversas histórias. Risos. Gosto de saudade. Muitos amigos do poeta lá. Cada um conta um pedaço, aquele que conhece. Um poema leva a outro e as poesias continuam. Atmosfera leve.
Chega o Fabi. Ele não adere ao vinho. Nessa altura, alguns poetas (novos) lêem suas criações. As poesias acabam. A noite continua. Em muitas rodas se fala de arte.
Está frio no limite da coragem Curitibana. Cai chuva. Aos poucos as pessoas partem. Tive uma boa impressão dessa leitura. Assim como tive no dia de Hilda Hilst.
Contudo, o que ficou na minha cabeça, muito tempo depois de ter saído do bar foi uma fala dita ao microfone. Um dos que declamaram (não lembro o nome) disse: “É tão fácil gostar de Leminski agora. Agora todo mundo gosta. Difícil era gostar de Leminski quando ele era vivo. Conviver com a genialidade dele e com a sensibilidade, antes de ser conhecido...”
Curitiba continua implacável, se querem saber a minha opinião. Ela não merece os escritores e artistas que tem.
Rafa

tava super inspiradora a noite para um bom vinho.... não resisti
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